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:: Mercedes-Benz S 600 Longo
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11/11/2005
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| Construtor |
Mercedes-Benz |
| Modelo |
S 600 Longo |
| Ano |
2005 |
| País de Origem |
Alemanha |
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| Tipo |
V12 |
| Colocação |
Dianteira |
| Cilindrada (cc) |
5514 |
| Alimentação |
Injecção multiponto, Biturbo |
| Distribuição |
DOHC, 4 válvulas por cilindro |
| Potência máxima (CV/rpm) |
517/- |
| Binário máximo (Nm/rpm) |
830/1900-3500 |
| Combustível |
Gasolina |
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| Velocidade máxima (km/h) |
250 |
| 0-100 km/h (s) |
4.6 |
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| Tracção |
Traseira |
| Caixa |
Automática, 5 velocidades |
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| Suspensão dianteira/traseira |
Pneumática Airmatic |
| Travões frente/trás |
Sistema Brake Assist Plus, ABS, ASR e ESP |
| Jantes-Pneus frente/trás |
NA |
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| Comprimento (mm) |
5206 |
| Largura (mm) |
1871 |
| Altura (mm) |
1473 |
| Distância entre eixos (mm) |
NA |
| Peso (kg) |
NA |
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Evoluir sem radicalizar: esta tem sido a norma dentro da Mercedes-Benz nas suas últimas criações (depois de 1995). A mesma directriz nota-se agora no lançamento do novo Classe S, lançado no Salão de Frankfurt deste ano, para substituir a geração de 1998, da qual já foram vendidas mais de 485 mil unidades.
Como se espera, todo o requinte e conforto foi aplicado ao topo de gama. Como opção, os bancos da frente podem ser equipados com aquecimento, ventilação e apoios laterais dinâmicos, que assumem novos contornos em curvas acentuadas para manter o corpo firme. Este recurso inclui a função de massagem, obtida ao inflar e desinflar automaticamente as câmaras de ar. O tecto da versão longa pode ter uma ampla área envidraçada.
O que mais chama a atenção ao ver o novo S é o ar desportivo que o veículo assumiu, com formas mais angulosas, arcos de pára-lamas bem destacados e um discreto deflector incorporado na tampa da bagageira. A queda suave do tecto na traseira, similar à de um coupé, busca semelhança com o irmão CLS. Já o desenho dos faróis traseiros remete ao Mayback.
O Classe S é mais um carro que cresce na sua renovação: as duas opções de comprimento, 5.07 e 5.20 metros, são 33 e 43 mm mais longas que as anteriores versões correspondentes. A distância entre eixos aumentou em 70 e 80 mm, enquanto a largura ganhou 16 mm e a altura 29 mm. O resultado é uma ampliação bem perceptível de espaço interior. A bagageira também cresceu, de 500 para 560 litros.
A Mercedes destaca a melhorada funcionalidade no accionamento dos comandos - de certo modo uma alfinetada na BMW, cujo sistema iDrive do Série 7 foi criticado pela operação complexa. Funções como rádio, TV, sistema de áudio (com DVD), telefone e navegação podem ser accionadas por botões convencionais, pelo sistema Comand ou por teclas no volante.
Dos quatro motores, três trazem novidades. Acima do conhecido V6 de 3.5 litros e 272 cv (S 350) está um novo V8 (S 500) com potência de 388 cv. No primeiro trimestre de 2006 chegam dois outros motores. O V12 do S 600 passa a 517 cv. O outro é um V6 diesel com injecção directa (S 320 CDI) com 231 cv.
Todas as versões fazem uso da evoluída caixa automática 7G-Tronic, à excepção do S 600, já que esta não suporta o seu "monstruoso" binário de 830 Nm, tendo aqui sido utilizada a caixa automática de cinco relações. Em qualquer dos casos, a selecção das posições "P", "N" e "D" é feita através de uma pequena alavanca colocada atrás do volante, estando ainda disponíveis três programas de funcionamento da caixa pré-seleccionáveis pelo condutor: Confort, Sport e Manual. A selecção manual sequencial das mudanças é feita através do sistema Direct Select, composto por dois botões montados na parte posterior do volante (o da esquerda serve para reduzir, o da direita para subir de velocidade).
O novo Classe S conta ainda com a suspensão pneumática Airmatic em todas as versões. Sistema que adapta automaticamente a sua dureza ao tipo de condução praticada, segundo duas lógicas de funcionamento elegíveis pelo condutor: Confort e Sport (adoptadas quando o programa equivalente é seleccionado para a caixa de velocidades, correspondendo aqui o modo Manual ao modo Sport da suspensão). No primeiro caso, o châssis é rebaixado 10 mm em ambos os eixos acima dos 120 km/h, e 10 mm adicionais quando superados os 160 km/h, regressando a suspensão à sua posição normal abaixo dos 80 km/h. No modo Sport, o châssis é rebaixado 20 mm logo a partir dos 100 km/h, só regressando à posição normal abaixo dos 60 km/h. Em opção, é proposta a suspensão activa ABC, que reduz até 60% o rolamento da carroçaria em curva.
O sensor auxiliar de estacionamento, apoia-se na tecnologia de radar, em detrimento da solução mais comum por ultra-som, apresentando um maior alcance. Outra novidade, embora em uso há anos por fabricantes como a Cadillac, é uma assistência de visão nocturna com base em luz infravermelha, que permite visibilidade de 150 metros à noite com o uso de faróis baixos. As imagens captadas por uma câmara no pára-brisas são mostradas no painel de instrumentos, que também monitora o que acontece atrás do carro em manobras.
O sistema Pre-Safe, que percebe a iminência de um colisão e prepara o veículo para esse evento, passa a ter recursos adicionais: os vidros são fechados automaticamente e os apoios dos bancos são inflados quando há uma derrapagem ou uma travagem intensa, para que o condutor e passageiros sejam mantidos na posição ideal e aumente a eficácia dos airbags.
A concorrência não está para brincadeiras, mas a Mercedes-Benz comprova com o novo Classe S que, sem gerar polémicas pelas linhas, pode surpreender pela evolução técnica.
Fonte: BestCars
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