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:: Mini Cooper S
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05/03/2003
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| Construtor |
Mini |
| Modelo |
Cooper S |
| Ano |
2002 |
| País de Origem |
Alemanha |
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| Tipo |
4 cilindros em linha |
| Colocação |
Dianteira |
| Cilindrada (cc) |
1598 |
| Alimentação |
Injecção multiponto, turbocpmpressor |
| Distribuição |
Dupla árvore de cames, 4 válvulas por cilindro |
| Potência máxima (CV/rpm) |
163/6000 |
| Binário máximo (Nm/rpm) |
210/4000 |
| Combustível |
Gasolina |
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| Velocidade máxima (km/h) |
220 |
| 0-100 km/h (s) |
7.4 |
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| Tracção |
Dianteira |
| Caixa |
Manual, 6 velocidades Getrag |
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| Suspensão dianteira/traseira |
NA |
| Travões frente/trás |
Discos ventilados à frente e maciços atrás, DSC, EBD, ASC e ABS de quatro canais. |
| Jantes-Pneus frente/trás |
195/55R-16 |
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| Comprimento (mm) |
3655 |
| Largura (mm) |
1688 |
| Altura (mm) |
1416 |
| Distância entre eixos (mm) |
2467 |
| Peso (kg) |
1215 |
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Todos aqueles que conduziram o Mini antigo sabem da importância da sigla Cooper S, agora recuperada na mais potente versão da nova geração deste modelo. O motor é um 1.6 e reclama "apenas" 163 cv.
Para além da história do Mini, com a qual já deve estar familiarizado, o Cooper S também representa
a reedição de um clássico idealizado em conjunto por Sir Alec Issigonis e John Cooper. Quem teve a
oportunidade de conduzir o modelo antigo sabe bem que a emoção era uma certeza a bordo deste kart
de estrada.
Passados estes anos todos, e agora sob a batuta da BMW, o Cooper S vem ao encontro dos condutores
mais entusiastas, que vêem no Mini um veículo atraente, emocionante, e bem adaptado ao ambiente
urbano. É claro que o Cooper S está preparado para viagens mais demoradas - o único problema são
as bagagens, pois a pequena capacidade da mala não permite grandes aventuras.
No habitáculo, que, para além da influência BMW, exibe um toque bem revivalista, o velocímetro de
grandes dimensões e os diversos comandos na zona inferior da consola central conquistam qualquer um
ao primeiro olhar.
O taquímetro em cima do volante também é apelativo, mas podia ser mais pequeno, para ser fiel ao
espírito mini. De resto, a posição de condução é boa, graças às regulações do banco e volante,
que apresenta uma disposição vertical muito bem-vinda.
Numa condução mais empenhada, com trajectórias mais exigentes, os 1215 kg deste Mini demonstram
uma boa agilidade, com a segurança sempre garantida pelo sistema DSC, o qual controla as rédeas
do entusiasmo.
Tudo isto é muito divertido, essencialmente em troços mais sinuosos, pois, para os menos
experimentados, as curvas a alta velocidade devem ser feitas com o DSC ligado, que anula um
eventual calafrio. Os travões cumprem bem o seu papel e revelam resistência à fadiga.
Fonte: Automotor
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